A área com registro de seca no Amazonas caiu de 60% para 30% do território entre maio e junho, segundo a última atualização do Monitor de Secas divulgada nesta segunda-feira (20/07). O percentual representa a menor extensão afetada pelo fenômeno no estado desde maio de 2023, quando a seca atingia 24% do território amazonense.
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Apesar da redução da área atingida, a intensidade da seca permaneceu estável no período. De acordo com o levantamento, a seca moderada continuou presente em 6% do território do Amazonas entre maio e junho.

O estado foi um dos sete que registraram diminuição da área afetada pela seca no último mês, ao lado de Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Em contrapartida, dez unidades da Federação tiveram aumento da área com o fenômeno, enquanto Roraima voltou a registrar seca após um período sem ocorrências.
Mesmo com a redução, o Amazonas continua liderando o ranking nacional em área total atingida pela seca devido à sua grande extensão territorial. Na sequência aparecem Bahia, Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Sul.
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Em todo o país, a área com seca diminuiu de 4,21 milhões para 3,79 milhões de quilômetros quadrados entre maio e junho, passando de 50% para 45% do território brasileiro. O Centro-Oeste registrou o menor percentual de área afetada, com 22%, enquanto o Sudeste concentrou a maior proporção, com 76% do território sob influência do fenômeno.

Coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Monitor de Secas acompanha continuamente a evolução e a severidade da estiagem no Brasil com base em indicadores climáticos e nos impactos observados em curto e longo prazo. As informações são utilizadas para orientar o planejamento e a execução de políticas públicas voltadas ao enfrentamento da seca.
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