O orçamento destinado aos subsídios habitacionais do Minha Casa, Minha Vida terá um reforço de R$ 500 milhões em 2026. A suplementação foi aprovada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e elevará de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões os recursos destinados às faixas 1 e 2 do programa.
A decisão foi tomada na 207ª Reunião Ordinária do Conselho Curador do FGTS, realizada nesta quinta-feira (10), após solicitação do Ministério das Cidades. Os recursos adicionais serão destinados à habitação popular.
O conselho também aprovou a ampliação do prazo máximo de amortização de operações financiadas com recursos do FGTS. O limite passará de 20 para 30 anos nos programas Pró-Moradia, Saneamento Básico, Pró-Transporte e Pró-Cidades.
De acordo com o Ministério das Cidades, a alteração permite que os prazos dessas operações fiquem mais compatíveis com as modalidades oferecidas por outras fontes de financiamento e atende a uma demanda do setor.
Outra decisão envolve o Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS). A Caixa Econômica Federal deverá solicitar, até 30 de setembro, o resgate de aproximadamente R$ 5,85 bilhões em cotas do fundo. Após a operação, o patrimônio líquido deverá ficar em R$ 15,6 bilhões.
Segundo as informações apresentadas pelo Conselho Curador, os resgates realizados no FI-FGTS já somam R$ 29,8 bilhões.
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